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- LuizaCred no alvo do Ministério Público do Trabalho
nquérito apura possível esquema para reduzir direitos de funcionários O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou um inquérito civil para investigar denúncias de que aproximadamente 7 mil trabalhadores da LuizaCred empresa responsável por serviços financeiros do Magazine Luiza em parceria com o Banco Itaú Unibanco estariam sendo enquadrados como vendedores para evitar o pagamento de direitos previstos na convenção coletiva dos bancários. Por Redação MOSTB 11 de agosto de 2025 A apuração foi aberta após representação formal que aponta um suposto desvio de função generalizado nas lojas da rede. Os funcionários, contratados como vendedores, estariam executando atividades tipicamente bancárias, como: abertura de contas e concessão de crédito; emissão e gestão de cartões; renegociação de dívidas; oferta de seguros e produtos financeiros. Segundo a denúncia, essas funções deveriam garantir jornada de 6 horas diárias , adicionais específicos, salário base maior e benefícios previstos para bancários. No entanto, ao serem registrados como vendedores, os profissionais trabalhariam 8 horas diárias , com remuneração reduzida e sem os adicionais. Possível fraude trabalhista em larga escala De acordo com advogados especializados, se confirmadas as irregularidades, a prática configuraria fraude trabalhista por mascarar a real função exercida. “O enquadramento equivocado é uma estratégia para reduzir custos e evitar o pagamento de direitos. O impacto financeiro para a empresa é grande, mas o prejuízo para os trabalhadores é ainda maior”, avalia o advogado trabalhista Marcelo Pires. Ainda segundo ele, a Justiça do Trabalho já reconheceu, em outros casos semelhantes, a obrigação das empresas de reintegrar os direitos e pagar retroativamente todas as diferenças salariais e benefícios não pagos durante o período de desvio de função. Impacto potencial e precedentes Especialistas alertam que uma eventual condenação poderia gerar indenizações milionárias e abrir precedentes para ações coletivas e individuais. O caso também serve de alerta para outros setores, como o varejo e o telemarketing, que frequentemente contratam funcionários com nomenclaturas diferentes para funções semelhantes às bancárias ou administrativas. O que diz a lei A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) , no artigo 9º, estabelece que qualquer ato destinado a fraudar direitos trabalhistas é nulo de pleno direito . Além disso, a súmula 55 do Tribunal Superior do Trabalho reconhece que empresas que exercem atividades típicas de bancos mesmo que parcialmente estão sujeitas às normas da categoria bancária. Posicionamento das empresas Procuradas pela reportagem, Magazine Luiza e LuizaCred ainda não se manifestaram sobre o inquérito. Já o Banco Itaú , que é sócio na operação, declarou que irá acompanhar a apuração e prestar informações ao MPT, se solicitado. O próximo passo da investigação O MPT solicitou documentos, contratos de trabalho e descrição detalhada das funções exercidas pelos funcionários da LuizaCred. A expectativa é que, após análise, sejam colhidos depoimentos de trabalhadores e gestores para verificar a ocorrência do fura-fila trabalhista expressão usada por procuradores para designar empresas que criam atalhos para pagar menos direitos. Se as irregularidades forem confirmadas, o MPT poderá propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou ajuizar Ação Civil Pública , pedindo reparação coletiva e pagamento das diferenças salariais. Resumo do caso : Quem investiga : Ministério Público do Trabalho Quem é investigado : LuizaCred (Magazine Luiza + Banco Itaú) Número estimado de trabalhadores afetados : 7 mil Acusação : Desvio de função e fraude trabalhista Próximos passos : Coleta de documentos, depoimentos e eventual ação judicial Quer acompanhar mais casos e investigações como este? Siga o MOSTB Portal de Notícias e receba as principais apurações que afetam o trabalhador brasileiro.
- A Estratégia Previsível. Como a Rede Jurídica do Poder se Protege
No Brasil, o termo lawfare originalmente cunhado no ambiente militar norte-americano, foi adaptado e popularizado por Cristiano Zanin, advogado que defendeu Luiz Inácio Lula da Silva e, posteriormente, assumiu cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). Zanin construiu sua carreira e narrativa pública sustentando que seu cliente, Lula, foi vítima de perseguição judicial. Esse discurso lhe abriu espaço não apenas como defensor de grandes nomes, mas como símbolo de resistência contra o suposto uso abusivo da lei. Agora, diante de novos embates jurídicos envolvendo Alexandre de Moraes, ministro do STF, é previsível imaginar que a mesma retórica será utilizada: lawfare como escudo contra sanções ou acusações. Uma teia de relações O cenário ganha contornos mais complexos quando observamos as conexões: Lula , padrinho da esposa de Zanin, hoje presidente da República e responsável por sua nomeação ao STF. Gilmar Mendes , ministro que já determinou o arquivamento de ações contra Zanin e seu sogro, o advogado Roberto Teixeira, em casos de grande repercussão como a Operação E$quema S. Alexandre de Moraes , figura central na condução de inquéritos sensíveis, que agora pode contar com a atuação estratégica de Zanin em sua defesa. Esses elementos formam uma rede de proteção mútua. No topo da estrutura do Judiciário e da política nacional, essas figuras operam com um alinhamento que parece ir além da coincidência. O modus operandi previsível O padrão segue uma lógica quase mecânica: Acusação ou investigação contra uma figura do grupo. Construção da narrativa de que há perseguição política ou jurídica ( lawfare ). Atuação coordenada em instâncias superiores para neutralizar o processo. Decisões favoráveis que encerram ou inviabilizam a acusação. Fortalecimento da rede , ampliando a influência e blindagem. Essa estratégia se torna praticamente inexpugnável quando combinada com: Domínio técnico do direito processual. Controle narrativo na opinião pública. Posicionamento estratégico nos cargos mais altos da República. Quando certo e errado se confundem No Estado Democrático de Direito, é função do Judiciário garantir imparcialidade e proteger garantias fundamentais. Porém, quando os mesmos atores concentram poder político, influência pessoal e posição decisória, o risco é que a interpretação da lei se molde à conveniência . Nessa dinâmica, mesmo que haja indícios ou suspeitas, basta afirmar que se está certo para que, no jogo jurídico e político, isso se torne verdade incontestável. O caso Zanin-Moraes, inserido nesse contexto, parece seguir um roteiro previsível. A lawfare não será apenas um argumento jurídico, mas uma ferramenta narrativa para manter a coesão de um grupo que opera, de forma legítima ou não, como um bloco de proteção recíproca no topo do poder brasileiro. Enquanto essa rede permanecer intacta, derrubar suas teses ou questionar suas ações será tarefa quase impossível. Como proceder nesse caso? Na prática, o lawfare se sustenta em três pilares: Perseguição política travestida de ação judicial . Excesso de atuação do Estado ou de autoridades investigativas . Violação de garantias constitucionais (ampla defesa, devido processo legal, imparcialidade do juiz) . E provavelmente Zanin tecerá sua argumentação nesse sentido. Citando ainda como exemplo... Grande parte das vitórias de Zanin para Lula veio do aproveitamento de: Erros formais (competência errada, prazos descumpridos). Provas obtidas sem autorização judicial. Decisões mal fundamentadas. Zanin, sempre habilidoso em enquadrar qualquer ação contra seus clientes como prova irrefutável de perseguição, agora protagoniza o intrigante capítulo Moraes x EUA. Seguindo o roteiro, qualquer ato contrário deverá ganhar ares de injustiça histórica. Melhor preparar a pipoca , a temporada promete. Texto: mostb.com
- Brasil Não É Mais Uma Democracia, Estamos Vivendo Um SemiPresidencialismo.
Nos últimos anos, o Brasil vive uma crise política que transcende disputas partidárias e se infiltra no próprio alicerce da democracia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em declarações recentes, reafirmou sua visão de um país moldado pelo socialismo. Ao mesmo tempo, elogiou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmando que ele “garante a democracia do Brasil”. Mas surge uma pergunta incômoda: que democracia é essa? Quando opositores têm seus mandatos cassados, quando vozes dissonantes são silenciadas e quando decisões de impacto nacional parecem nascer mais do Judiciário do que do Parlamento, a linha que separa democracia de autoritarismo começa a se apagar. O Brasil adota um sistema presidencialista, mas as recentes movimentações políticas sugerem que estamos diante de um parlamentarismo informal, onde o Executivo e o Legislativo se curvam ao poder crescente do STF. Não houve plebiscito, não houve debate público, não houve consulta à população. Simplesmente, o arranjo político mudou — e os cidadãos, que deveriam ser soberanos, foram relegados a meros espectadores. Em 2022, relembrando a declaração da Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e primeira mulher a integrar essa corte, a ex-ministra Ellen Gracie acha que seria o “caos” qualquer tentativa de implementar o parlamentarismo no Brasil com tantos partidos políticos em atividade ao mesmo tempo. “Eu digo que essa proposta de semipresidencialismo que hoje estamos debatendo é muito mais uma escolha de ordem político-midiática, porque, na verdade, apontarmos diretamente a opção por um regime parlamentarista nos faz lembrar o fracasso anterior que tivemos de instauração de um breve regime parlamentarista, que, dadas as circunstâncias em que foi adotado, não poderia mesmo ter sucesso” – disse Ellen Gracie. “Então, é apenas uma questão de terminologia chamarmos como semipresidencialismo essa tentativa de debate a respeito de uma mudança no nosso sistema, uma mudança que torna o Brasil de fato um país governável, de fato um país que alcance o progresso, que tudo indica que deveria já ter alcançado, mas vem sendo travado por esse defeito das suas instituições”. Essas falas não ficaram em um passado distante, na realidade foi ditas e Publicados pelo jornal M etropoles em março de 2022, Exatamente quando teve inicio ao caos no Brasil. Democracia já não existe, o que existe é o SemiPresidencialismo O conceito de democracia pressupõe pluralidade de ideias, alternância de poder e liberdade de expressão. No entanto, o que se observa é uma crescente perseguição a opositores e a tentativa de moldar a narrativa política em torno de um único pensamento “aceitável”. O Brasil vive, na prática, um semipresidencialismo informal , não aprovado por plebiscito, no qual o Executivo divide — ou até cede — protagonismo ao Judiciário, que passou a intervir diretamente no jogo político. A declaração feita por Lula em 08 de agosto de 2025, de que “Moraes garante a ordem no país”, simboliza essa inversão de papéis e o fortalecimento de um poder não eleito pelo voto popular como pilar da governabilidade e muitos dos brasileiros assim como autoridades não perceberam essa manobra ou estão fingindo que não vê,. Não é apenas uma opinião: é a constatação de que a balança entre os poderes está profundamente desequilibrada e que a estrutura institucional brasileira vem sendo modificada silenciosamente, à revelia da soberania popular. O Brasil em risco Lula governa com base em alianças que fortalecem um núcleo restrito de poder. A ideia de um socialismo à brasileira, vendida como inclusão social, vem acompanhada de um controle narrativo e institucional cada vez mais centralizado. Isso enfraquece o debate político saudável e coloca em xeque a própria essência do Estado Democrático de Direito. A grande questão é: ainda somos uma democracia plena ou já vivemos sob um sistema híbrido, onde as decisões políticas e judiciais se confundem a ponto de o povo não perceber que perdeu o protagonismo?Sem plebiscito, sem debate e sem autorização popular, a engrenagem política brasileira parece ter sido redefinida à sombra do que chamamos de democracia. Texto: mostb.com Imagens Gerados Por AI.
- LULA, COLOCA BRASIL NA MIRA DOS USA.
A recente decisão do governo Lula de enviar militares brasileiros para residirem na China não passou despercebida pelas potências ocidentais. Longe de ser um gesto diplomático neutro, o movimento é visto como um sinal perigoso de alinhamento estratégico com o regime comunista chinês — e ameaça estremecer as já frágeis relações entre Brasil e Estados Unidos. Entenda... Foi publicado que o governo brasileiro, por meio do Decreto nº 12.480 de 2 de junho de 2025, designou pela primeira vez dois oficiais-generais brasileiros (um do Exército e outro da Marinha) para morar na China como adidos militares permanentemente. Trata-se de uma decisão inédita na história das Forças Armadas brasileiras.   Oficiais designados: • Um General do Exército Brasileiro • Um Almirante da Marinha do Brasil • Além deles, foram nomeados três oficiais superiores adicionais (como adjuntos e adido aeronáutico) para compor a representação militar no país. Esses oficiais servirão como adidos de defesa, atuando como representantes militares de alta hierarquia junto às autoridades do governo chinês liderado por Xi Jinping, em uma clara demonstração de aprofundamento da cooperação estratégica entre Brasil e China. Distinção histórica: Até então, apenas os Estados Unidos recebia adidos militares brasileiros com status de oficial-general. Nunca antes oficiais tão graduados haviam sido destacados para morar na China. Esta medida marca uma ruptura nas tradições diplomáticas e militares do Brasil. • Dois oficiais-generais brasileiros (um do Exército, outro da Marinha) passaram a residir na China como adidos militares, conforme decreto de junho de 2025. • Três oficiais superiores adicionais também foram designados. • A iniciativa representa a primeira representação militar brasileira de alto escalão em solo chinês. Para o governo norte-americano, a presença militar brasileira sob influência direta da China é mais do que um incômodo: é um ponto de inflexão. Em um cenário global polarizado, onde a tensão entre Washington e Pequim define as dinâmicas do poder internacional, essa aproximação brasileira soa como uma traição silenciosa. Fontes do Departamento de Estado classificaram a medida como “preocupante” e alertam para possíveis impactos em acordos de cooperação tecnológica, militar e até mesmo comercial. O Brasil, que historicamente buscou equilíbrio entre as potências, agora caminha perigosamente para um terreno de dependência ideológica. Críticos apontam que, ao ceder espaço à influência chinesa justamente no setor militar, Lula compromete a soberania nacional e envia ao mundo um recado inquietante: o Brasil está disposto a abrir mão de sua neutralidade para se aliar a regimes autoritários. A pergunta que fica no ar é: o que há por trás dessa decisão? Interesses comerciais? Pressão ideológica? Ou a simples negligência com as consequências geopolíticas de seus atos? Enquanto isso, o mundo observa. E os EUA, aliados históricos do Brasil, começam a recalcular o grau de confiança que ainda podem depositar em um parceiro que parece cada vez mais seduzido pela sombra do dragão chinês. Texto: mostb.com
- Lula Fornece Informações Trucadas, Mais Uma Vez... O Brasil Continua No Mapa Da Fome.
Desmentindo a narrativa de Lula, que o Brasil saiu do mapa da Fome, com dados não há argumentos mentirosos que se sustentem. Brasil sai do Mapa da Fome da ONU: realidade ou ilusão? O que foi anunciado Em 28 de julho de 2025 , a ONU/FAO anunciou oficialmente que o Brasil foi retirado do Mapa da Fome , pois a média trienal da população em risco de subnutrição recuou abaixo de 2,5 % — critério para exclusão. O presidente Lula comemorou a conquista publicamente: “Minhas amigas e meus amigos. É com grande orgulho e imensa alegria que informo: o Brasil está fora do mapa da fome, mais uma vez”. Segundo o ministro Wellington Dias, cerca de 24 a 33 milhões de brasileiros saíram da insegurança alimentar grave em apenas dois anos, e a pobreza extrema caiu para abaixo de 4,4 % da população Uma promessa? Ou uma “mentira”? Lula vinha afirmando repetidamente que tiraria o Brasil do Mapa da Fome até 2026, meta assumida desde a campanha eleitoral. Em discursos anteriores, ele chegou a garantir que bastava seu governo para que cada brasileiro tivesse três refeições diárias, afirmando tratar-se de sua “missão de vida” Criticar essa narrativa não significa ignorar os dados que apontam uma queda histórica na insegurança alimentar , mas percebe-se que o tom triunfal do presidente parece minimizar sérios desafios persistentes: Apesar da queda, ainda há menos de 2,5 % em subnutrição, o que pode representar cerca de 5–8 milhões de pessoas . A pobreza e desigualdades persistem, e ainda há grande necessidade de continuidade dos programas sociais. Assim, chamar algumas dessas declarações de “mentiras” talvez seja forte — mas trata-se de um discurso político que exagera conquistas, sobretudo ao adotar retórica messiânica e personalista, em vez de apresentar planos realistas de sustentação a longo prazo. Contexto histórico e comparação 2003‑2010 (primeiro mandato de Lula): implementação do Fome Zero e integração com o Bolsa Família. O Brasil saiu do Mapa pela primeira vez em 2014 2018‑2020: durante o governo Bolsonaro, houve desmonte gradual das políticas sociais, e o país regressou ao Mapa da Fome 2023‑2025 (segundo/terceiro mandato de Lula): retomada de programas sociais, lançamento do Plano Nacional de Segurança Alimentar (Plansan 2025‑2027) , com foco na agricultura familiar, alimentação escolar, geração de renda e reinstituição de entidades como o CONSEA Crítica no tom: “Mais uma de suas mentiras”? Quando o usuário se refere à “recém declaração de Lula , mais uma de suas mentiras”, está expressando ceticismo com relação ao tom das afirmações presidenciais. Podemos entender: O dado técnico — saída do mapa — é real e confirmado por relatório da ONU/FAO. O problema está no tom retórico: Lula celebra de forma triunfal, como se tivesse erradicado de vez o problema. Isso contrasta com os números ainda expressivos de insegurança alimentar moderada ou pobreza persistente. Em suma: a afirmação de que "o Brasil saiu do mapa" é verdadeira, mas a narrativa que sugere vitória definitiva ou missão cumprida é exagerada e politicamente motivada, daí a interpretação como “mentira” no contexto de retórica inflada. O Brasil realmente saiu do Mapa da Fome da ONU em julho de 2025 , atendendo ao critério da FAO de taxa de subnutrição abaixo de 2,5 % No entanto, as declarações de Lula refletem um tom triunfal que pode distorcer a realidade social e omitir desafios ainda presentes: desigualdade, pobreza, insegurança alimentar moderada. Chamar isso de “mais uma mentira” é uma interpretação crítica do discurso político, embora o dado técnico seja verdadeiro. O ponto é que a narrativa adota um caráter quase messiânico que mascara a complexidade do problema. Se quiser, posso incluir comparação com outros países do G20, análise de indicadores estaduais ou propostas de políticas para evitar retrocessos. No site da GHII é possível pesquisar... Conforme o Global Hunger Index 2024 , publicado em outubro de 2024, o Brasil ocupa a 33ª posição entre 127 países , com uma pontuação de 6,6 , na categoria de fome "baixo" Í Até o momento (julho de 2025), ainda não foi publicado um ranking atualizado do GHI para 2025. Portanto, o índice mais recente disponível é o de 2024 , refletindo dados até aquele período Mapa da Fome da FAO / ONU Segundo o relatório SOFI 2025 , divulgado em 28 de julho de 2025 durante a Cúpula da ONU em Addis Abeba, o Brasil não figura mais no Mapa da Fome da FAO , pois a média do período 2022‑2024 ficou abaixo de 2,5 % de pessoas em desnutrição severa — critério para exclusão Foi apontado que a retirada do mapa ocorreu por volta de 2025, após queda consistente da insegurança alimentar grave Indicadores de Insegurança Alimentar no Brasil De acordo com o relatório SOFI 2025 , o número de brasileiros em situação de insegurança alimentar moderada ou grave caiu de cerca de 70,3 milhões em 2022 para 28,5 milhões em 2024 Já a parcela da população em insegurança alimentar grave caiu de aproximadamente 21,1 milhões em 2022 para cerca de 7,1 milhões em 2024 (queda de dois terços) Resumo atualizado (julho de 2025) Indicador Situação mais recente GHI Global 2024 (posição/pontuação) 33º lugar entre 127 países / 6,6 (nível “baixo”) Hunger Map da FAO (período 2022–2024) Brasil excluído, já fora do mapa desde meados de 2025 População em insegurança moderada/grave (2024) ~28,5 milhões (queda significativa desde 2022) Grupo em insegurança alimentar grave (2024) ~7,1 milhões (redução de dois terços desde 2022) Em julho de 2025 , o Brasil continua classificado como país com fome de nível "baixo" , segundo o GHI 2024 , e já está fora do Mapa da Fome da FAO com base nos dados medianos entre 2022 e 2024. A redução expressiva na insegurança alimentar grave, principalmente entre 2022 e 2024, é comprovada pelos relatórios mais recentes da ONU. Fontes: Fontes : Aliance Belfore.. Site GHI. Reuters. Agência Brasil. Food Tank
- Trump Mantém Sanções, Mas Limita Produtos Atingidos: Estratégia ou Recuo Calculado?
Em uma movimentação que gerou alívio parcial nos mercados e tensões diplomáticas contínuas, o ex-presidente e atual candidato Donald Trump anunciou nesta semana que as sanções comerciais contra o Brasil estão mantidas, mas com restrições mais específicas sobre os produtos atingidos. A decisão é vista como uma tentativa de manter pressão política e comercial, sem provocar um colapso nas relações bilaterais ou nos mercados internacionais. O que muda com a nova diretriz? Anteriormente, as sanções anunciadas atingiam de forma ampla setores estratégicos da economia brasileira — como agropecuária, aviação e metalurgia. Agora, as novas diretrizes limitam as barreiras a um conjunto específico de produtos, incluindo: • Certas categorias de aço semiacabado; • Produtos agrícolas industrializados de alto valor agregado; • Itens de base mineral voltados à indústria eletrônica. Produtos de exportação em larga escala, como soja, carne bovina in natura e celulose, por enquanto ficam fora da lista, o que traz um certo fôlego para o agronegócio e evita impactos imediatos no preço de alimentos e commodities globais. O que está por trás da decisão? Analistas apontam que a limitação dos produtos atingidos é um gesto calculado de Trump, com dois objetivos principais: 1. Evitar a escalada de uma crise diplomática plena, especialmente com o Brasil ainda sendo um importante player no fornecimento de matérias-primas para os Estados Unidos; 2. Manter o discurso de força e soberania econômica, que agrada à sua base eleitoral, sem comprometer interesses de grandes empresas norte-americanas que operam com cadeias produtivas no Brasil. Impacto no Brasil: cautela e vigilância O governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre a reconfiguração das sanções, mas fontes do Itamaraty afirmam que a medida foi vista como “um recuo tático, não uma trégua”. O agronegócio — principal setor ameaçado — segue em estado de alerta, e a indústria busca alternativas para minimizar os efeitos da limitação de acesso ao mercado norte-americano. E agora? A relação entre Brasil e EUA continua instável. A decisão de Trump pode ser apenas um passo dentro de uma estratégia mais ampla de barganha, que inclui interesses geopolíticos e eleitorais. O risco de novas sanções futuras ou retaliações brasileiras não está descartado. Por enquanto, o país respira — mas sem baixar a guarda. Texto: mostb.com
- Lula insiste na birra ideológica contra os EUA.
A arrogância diplomática do presidente Lula contra os Estados Unidos não é apenas estrelismo internacional, ela ameaça diretamente a economia de São Paulo, com impacto no PIB estadual, em empregos e em empresas estratégicas como a Embraer, com unidades em São José dos Campos e Gavião Peixoto. Prejuízos iminentes para o PIB paulista Segundo o governador Tarcísio de Freitas, a tarifa de 50% proposta pelos EUA pode reduzir o PIB do estado em até 2,7%, sendo o menor impacto estimado em 0,3% o que já seria alarmante. Esse cenário pode representar uma perda de R$ 3,13 trilhões, dado que o PIB paulista foi de R$ 3,13 trilhões em 2024   . Empregos em risco: entre 44 mil e 120 mil vagas podem desaparecer Tarcísio afirmou que esse “tarifaço” pode levar à eliminação de 44 mil a 120 mil empregos no estado, com uma perda salarial acumulada de R$ 3 bilhões a R$ 7 bilhões por ano  . Panorama nacional confirma: perdas de R$ 4,4 bi no PIB e queda de 110 mil vagas Um estudo da UFMG aponta que a tarifa pode causar 110 mil empregos a menos no Brasil e uma retração de 0,16 ponto percentual no PIB brasileiro, equivalente a uma perda de R$ 19,2 bilhões. Só São Paulo responderia por aproximadamente R$ 4,46 bilhões dessa queda, e os setores mais afetados seriam agropecuária, comércio e indústria, incluindo o setor aeronáutico O risco para a Embraer e o setor aeronáutico A Embraer, com sede em São José dos Campos e fábrica em Gavião Peixoto, é altamente dependente do mercado americano. Aviões executivos e comerciais exportados aos EUA podem estar diretamente sob ameaça e com isso, parte da cadeia produtiva do setor aeronáutico pode desmoronar . Em São José dos Campos, o setor aeronáutico foi responsável por 55% dos 1.723 empregos industriais criados em 2024: são cerca de 942 novas vagas no ano, dentro de um total de 1.723 postos formais gerados no setor industrial total que representa parte dos 207.610 empregos formais da cidade . O colapso econômico a beira de de destruir o que ainda estava em crescimento. O Brasil, de 4 anos atrás esta sendo destruído como um efeito dominó. Se não pararmos esse desgoverno vamos ter muito o que nos arrepender. Texto: mostb.com
- Hezbollah. 400 Comandantes Terroristas Estão na América do Sul.
Há ALERTAS de que comando terroristas estratégicos tenham deixado o Líbano estejam criando células na América do Sul. Fontes diplomáticas, citadas pelo canal saudita Al-Hadath relatam que cerca de 400 comandantes do grupo de campo do Hezbollah, juntamente com suas famílias, teriam deixado o Líbano em direção à América do Sul, com destino presumido para Brasil, Colômbia, Venezuela e Equador Segundo essas fontes, aproximadamente 200 já teriam chegado à região, como parte de uma estratégia de dispersão e proteção frente a pressões por parte do governo libanês e conflitos com Israel A movimentação teria sido motivada pelo enfraquecimento da organização no Oriente Médio, com perdas importantes na guerra com Israel e planos de desarmamento interno aprovados pelo governo libanês. A reorganização passaria por fortalecer um novo “eixo” do Hezbollah na América do Sul enquanto parte da sua estrutura militar enfrenta desmonte  . Presume-se que o Hezbollah já opera na chamada Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina, Paraguai) desde os anos 1980, servindo como base para financiamento via contrabando, lavagem de dinheiro e recrutamento, em parceria com facções como PCC e Comando Vermelho . A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, apontou Hussein Ahmad Karaki como líder operacional do Hezbollah na América Latina. Segundo ela, Karaki foi ativo nos atentados contra a Embaixada de Israel (1992) e a AMIA (1994), e recrutou membros no Brasil ainda nos anos 1990 . No Brasil, aconteceram prisões em 2023. A Polícia Federal prendeu duas pessoas no Brasil com suspeita de ligação ao Hezbollah, que planejariam ataques à comunidade judaica. Essa ação envolveu cooperação com a inteligência israelense (Mossad) e reforçou a percepção de que o grupo tenta agir na região . • Há um o alerta de que os comandantes já estejam em solo brasileiro ou em países sul-americanos — trata-se de relatos jornalísticos baseados em fontes diplomáticas. • Segundo esses relatos, sim, cerca de 400 comandantes estariam deixando o Líbano e se dirigindo à América do Sul, incluindo o Brasil, como parte de uma nova estratégia de dispersão . • O grupo mantém histórico de atuação na região desde décadas passadas, inclusive com vínculos com facções criminosas e entidades terroristas internacionais. • Houve prisões no Brasil em 2023 vinculadas a tentativas de atentados, mas nenhum comandante foi oficialmente identificado como tendo chegado ao país. Texto: mostb.com Fonte: TV AL-Hadath
- Esposas de Ministros Brasileiros Sob Observação dos USA
Segundo apurações recentes, incluindo reportagens da imprensa especializada, o governo Trump chegou a considerar sanções econômicas contra mulheres de ministros do STF que comandam escritórios de advocacia. A possível motivação seria o uso desses escritórios para ganhos financeiros ligados a decisões prontamente favoráveis emitidas pelos próprios magistrados . Viviane Barci de Moraes Esposa do ministro Alexandre de Moraes . Sócia do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados , com atuação acelerada após decisões polêmicas do marido. A renda e os contratos públicos geraram suspeitas de tráfico de influência. Fontes ligadas à administração Trump mencionaram que tanto Alexandre quanto Viviane podem figurar em listas de sanções sob a Lei Magnitsky. Outras esposas em possível avaliação De acordo com levantamentos, outros nomes de esposas de ministros também estão sob análise: Roberta Maria Rangel – ligada ao ministro Dias Toffoli . Guiomar Feitosa Mendes – esposa de Gilmar Mendes . Valeska Teixeira Zanin Martins – esposa de Cristiano Zanin . Essas mulheres comandam ou têm participação relevante em escritórios de advocacia e já foram citadas em contextos de litígios nacionais significativos. Motivação das sanções Base jurídica: A Lei Magnitsky permite aos EUA aplicar sanções financeiras, revogar vistos e restringir transações internacionais a indivíduos envolvidos em violações de direitos humanos ou corrupção. Recentemente, ministros do STF passaram a integrar um novo âmbito. Atual momento político: O deputado Eduardo Bolsonaro e aliados vêm atuando em Washington para pressionar por sanções específicas contra Alexandre de Moraes. Marco Rubio, secretário de Estado, confirmou que o caso está em "revisão", com "grande possibilidade" de sanção. Recentemente, Moraes teve até o visto americano revogado. Impacto internacional: Caso ocorra a inclusão formal das esposas de ministros na lista restritiva (OFAC/SDN), haveria proibição de contratos com empresas e restrição de acesso a sistemas bancários nos EUA. UOL Notícias Entenda... Nome Ministério Escritório / Perfil Situação atual Viviane Barci de Moraes Alexandre de Moraes Escritório de advocacia ativo em SP Sob análise para sanções Magnitsky por tráfego de influência Roberta Maria Rangel Dias Toffoli Sócia em escritório jurídico Citada como possível alvo Guiomar Feitosa Mendes Gilmar Mendes Participação em escritório jurídico Sob observação diplomática Valeska Teixeira Zanin Martins Cristiano Zanin Escritório de advocacia em Brasília Potencial alvo segundo levantamento Importante: até julho de 2025 , nenhuma sanção foi oficialmente imposta a qualquer dessas pessoas. As medidas ainda estão em análise. E o que vem depois? Congelamento de bens nos EUA; Restrição de vistos diplomáticos e pessoais; Proibição de contratos com empresas americanas. Até o momento, não há registros oficiais divulgados por fontes governamentais dos Estados Unidos (como o Departamento do Tesouro, OFAC ou FBI) que incluam esposas de ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro ou outras figuras públicas brasileiras em listas de sanções por fraude, corrupção ou privilégios indevidos . Essas listas, como a SDN List (Specially Designated Nationals) , são públicas e monitoradas por entidades como: OFAC – Office of Foreign Assets Control (EUA) FBI – Wanted Fugitives U.S. Department of State – Sanctions Programs Se alguém estiver efetivamente sob sanção, o nome aparece publicamente , acompanhado de justificativas oficiais e evidências investigativas. Estamos acompanhando e novas notícias você vê aqui, Texto: mostb.com
- EXCLUSIVO: Empresa nos EUA ligada ao filho do ministro Barroso expõe contradições e levanta questionamentos sobre transparência e ética no STF
De onde vem os 3 Mil U$ gerido pela empresa de Bernardo Barroso? Uma descoberta recente lança luz sobre uma ligação direta entre a família do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, e uma empresa registrada nos Estados Unidos, mais precisamente na Flórida. E o que parecia apenas mais um registro empresarial se transforma, com documentos oficiais, em uma peça-chave para compreender os bastidores do poder e seus tentáculos no exterior. O que os documentos mostram? A empresa TELUBE FLORIDA, LLC, aberta em junho de 2014, foi originalmente registrada em nome de Tereza Cristina Van Brussel, esposa de Barroso, falecida em 2022. O endereço da empresa? Um luxuoso condomínio em Key Biscayne, na Flórida, e um escritório de advocacia em Miami Beach chamado Barbosa Legal. O fato novo veio à tona em 2023, quando os registros públicos da Flórida foram atualizados. Agora, quem aparece como gerente e responsável legal da empresa é Bernardo Van Brussel Barroso — filho direto do ministro Barroso. Ou seja: a empresa nunca deixou a família. Mesmo após a morte de Tereza, a TELUBE continua ativa, regular e em funcionamento. E segue vinculada, diretamente, ao sobrenome mais poderoso do STF. Por que isso importa? Barroso, hoje presidente do Supremo Tribunal Federal, se coloca como defensor da “moralidade pública” e “guardião da democracia”. Mas enquanto no Brasil o cidadão comum sofre com investigações por muito menos, nenhuma linha da grande mídia menciona que seu próprio filho gere uma empresa nos EUA, herdada da mãe, com movimentações e capital ainda não explicados ao público. A omissão dessa informação nos canais oficiais é grave. Ainda mais se considerarmos: • Os Milhões e posição pública do pai; • O sigilo mantido sobre o objetivo da empresa; • E a pergunta inevitável: por que uma família com atuação exclusivamente no Brasil precisaria manter uma empresa ativa no exterior? A pergunta que ecoa: Quantos outros ministros mantêm estruturas empresariais fora do país por meio de familiares, enquanto o cidadão brasileiro é tratado como ameaça à democracia por apenas questionar? O STF deveria ser o símbolo maior da transparência e da imparcialidade. Mas quando os donos da lei ocultam suas próprias conexões, quem irá julgá-los? Essa revelação não é teoria da conspiração. É fato documentado, registrado e público. Você pode conferir por si mesmo nos arquivos do Estado da Flórida. A verdade está lá, em letras maiúsculas: Bernardo Van Brussel Barroso, filho do ministro, é o atual responsável por uma empresa offshore ativa nos Estados Unidos. Confira... Empresa: TELUBE FLORIDA, LLC Tipo: Florida Limited Liability Company (LLC) Data de Abertura: 9 de junho de 2014 Relatório Anual Registrado: 8 de abril de 2015 Número do Documento: L14000092748 Número de Identificação Federal (FEI): 35-2510149 Endereço Principal de Negócios: 350 Ocean Drive, Unit 1104N Key Biscayne, FL 33149 Endereço de Correspondência e do Agente Registrado: 407 Lincoln Road PH-NE Miami Beach, FL 33139 Agente Registrado: Barbosa Legal Responsável (Manager): Tereza Cristina Van Brussel A empresa Telube Florida LLC e suas conexões brasileiras - A Telube Florida, LLC é uma empresa registrada no estado da Flórida, nos Estados Unidos, desde junho de 2014. De acordo com documentos oficiais arquivados no Florida Department of State, a empresa foi criada sob as leis de sociedades limitadas do estado e tem como gerente (manager) Tereza Cristina Van Brussel, utilizando como escritório e endereço oficial o mesmo da empresa de advocacia Barbosa Legal, em Miami Beach. O nome de Luís Roberto Barroso, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) brasileiro, não conste nos documentos oficiais, conseguimos ver que ele possui vínculos indiretos, seu filho caçula é o CEO Administrativo da empresa. Outra questão... A função da empresa é ampla: pode exercer qualquer atividade legal permitida pela lei da Flórida. A ausência de detalhes sobre o ramo de atuação é comum em empresas offshore, o que levanta dúvidas e desconfianças — especialmente em se tratando de figuras públicas do Brasil. Diante do contexto atual de vigilância da sociedade civil sobre transparência, ética e integridade de agentes públicos, documentos como esse se tornam peças de interesse e investigação. Porém, é preciso separar documentos oficiais de especulações, para que o debate público se mantenha legítimo e baseado em fatos verificáveis. Além da empresa comprovadamente constituída em Miami, USA, levantamos mais 4 CNPJs ativos no Brasil. LRBT EMPREENDIMENTOS LTDA Data de abertura: 15/01/2013 CHILE 230 PARTICIPAÇÕES LTDA Data de abertura: maio de 2012 BELUNA – Instituto de Direito e Filosofia Jurídica S/S Ltda Data de abertura: 04/12/2014 RADIX CAPITAL PARTICIPAÇÕES LTDA Data de abertura: 13/09/2022 Bernardo entrou como sócio nas empresas da família Barroso, LRBT Empreendimentos Ltda. em janeiro de 2021 , quando tinha por volta de 19 a 22 anos . Entrou na Radix Capital logo em sua constituição — em setembro de 2022 — quando tinha cerca de 20 a 23 anos . Nas sociedades Chile 230 e Beluna , ingressou apenas em início de 2024 , com idades estimadas entre 21 e 24 anos . o O que resta saber é a legalidade de cada empresa. Papel aceita tudo, queremos saber se esses CNPJs estão cumprindo com suas obrigações fiscais. Se foram legitimamente constituída. De onde veio o capital e suas movimentações. Compartilhe essa informação. Investigar é um dever. Questionar é um direito. Texto: mostb.com Fonte: Receita Federal . Departamento de Empresas Florida, USA. #Barroso #STF #BernardoBarroso #TelubeFloridaLLC #LiberdadeDeImprensa #TransparênciaJá #BastaDeHipocrisia #Brasil #Investigação #MídiaOmissa #JustiçaParaTodos #DemocraciaOuTeatro
- Queimadas e desmatamento na Amazônia: a falsa sensação de progresso
A Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou recentemente que a situação da Floresta Amazônica está sob controle e que o bioma passa por um processo de recuperação. Segundo ela, os índices de desmatamento apresentaram queda. No entanto, a ministra não mencionou o expressivo aumento de mais de 800% nas queimadas. A retórica adotada também reacende críticas à prática recorrente de atribuir à gestão anterior a responsabilidade por problemas persistentes, o que gera desconfiança sobre a transparência dos dados divulgados. Entenda... Nos últimos três anos, os números apontam uma queda no desmatamento da Amazônia. Porém, quando olhamos de forma mais ampla e honesta, a realidade se impõe: o desmatamento pode até ter diminuído nos relatórios, mas a floresta continua sendo devastada — agora com fogo. É óbvio: se o desmatamento caiu, mas as queimadas aumentaram assustadoramente, algo está errado. O que temos visto é uma mudança de método. Sai o corte raso, que aparece com facilidade nas imagens de satélite, e entra a queimada intencional silenciosa, menos visível, mas tão destrutiva quanto. Isso gera uma falsa impressão de preservação. Queimadas e degradação — um alerta urgente Apesar da queda no desmatamento: • Aumentaram os incêndios em 2024 em até 846%, com 140.328 focos detectados — o maior número em 17 anos. • A degradação florestal cresceu 497%, com mais de 36 mil km² afetados por queimadas e escarificação, segundo o Imazon — um recorde dos últimos 15 anos. • A floresta não amanheceu ilesa: embora menos árvores tenham sido derrubadas integralmente, o fogo e a seca extrema fragilizam ecossistemas inteiros e aceleram o colapso ambiental. Causas e fragilidades • Secas históricas, intensificadas pelo El Niño e pelas mudanças climáticas, tornaram regiões antes úmidas em terrenos inflamáveis. • Grileiros e invasores têm se aproveitado da crise climática, usando queimadas como método de destruição e ocupação territorial. • Segundo o Instituto Centro de Vida (ICV), 91% do desmatamento entre agosto de 2023 e julho de 2024 foi ilegal — ou seja, o problema continua, só muda de rosto. Não é progresso se a floresta está pegando fogo Queimar para esconder o desmatamento é uma tática antiga, mas agora virou estratégia política. É como maquiar uma ferida aberta: pode parecer melhor aos olhos dos números, mas a floresta continua sangrando. Desmatamento invisível é tão cruel quanto o visível. Queimada é destruição. O silêncio das árvores queimadas também é um grito . Texto: mostb.com
- O Brasil em queda livre. Impostos abusivos dentro, taxas de até 50% fora do país.
Lula e sua equipe afundam o país e a narrativa, da culpa, continua sendo de Bolsonaro. Na economia, os erros se acumulam como dominós: micro e pequenas empresas fecham, a inflação persiste mascarada, e o desemprego avança, enquanto o país sangra sem rumo. Agora, o Ministério do Planejamento apresenta outra contradição: junho de 2025, Lula anunciou um aporte de US$ 5 milhões (R$ cerca de 25 milhões) ao Banco de Desenvolvimento do Caribe, via Fundo de Desenvolvimento Especial, para “atender ações sociais” na região. Enquanto isso, a Força Aérea Brasileira (FAB) enfrenta crise orçamentária: unidades fechadas ao meio-dia por falta de verba para alimentação e custos básicos um claro reflexo da inversão grotesca de prioridades. E para completar o quadro de catástrofe, o governo insiste em pactos ideológicos com regimes comunistas e países ligados ao narcotráfico e violações de direitos humanos — colocando o Brasil em rota perigosa. Quer mais resultados, infelizmente. negativos? Empresas nacionais que fecharam ou se reestruturaram: Segundo o Mapa de Empresas , 2,15 milhões de negócios encerraram entre janeiro e novembro de 2023 , um aumento de 25,7% comparado a 2022 Em 2024, mais 854 150 encerramentos foram registrados Oi : entrou em novo processo de recuperação judicial em março de 2023, fechou serviços como Oi Play e IPTV, e vendeu operações de TV por assinatura até fevereiro de 2025 Empresas internacionais que deixaram o país: Ford do Brasil encerrou todas as operações industriais em 2021 (antes de Lula), mas o impacto continuou no setor – sua antiga fábrica em Camaçari foi adquirida posteriormente pela BYD Tributação interna sob o governo Lula Houve um aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras): sobre cartão internacional passou de 3,38% para 3,5%, e sobre compra de moeda estrangeira saltou para 3,5% Elevação do IOF diário para empresas e seguros (VGBL), além de imposto sobre fundos tributados de 15% para 17,5% No setor automotivo, o governo elevou impostos sobre veículos elétricos e painéis solares importados , com o objetivo de proteger a produção nacional via programa Mover Nova tarifa de Trump: 50% sobre produtos brasileiros Em 9 de julho de 2025 , o Presidente dos USA Donald Trump anunciou uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil, válida a partir de 1º de agosto de 2025 . Segundo ele, a medida é uma retaliação ao processo contra Jair Bolsonaro (“caça às bruxas”), acusações de censura do STF contra plataformas americanas e o que considera uma relação comercial “injusta” A tarifa é apresentada como a maior desde a década de 1930, citando preocupações com segurança nacional (no caso do cobre) e retórica política (no caso do Brasil) . Lula anunciou uma reunião de emergência e prometeu atuar com reciprocidade, invocando a lei de reciprocidade econômica Análise e implicações Fechamento de empresas A combinação de pandemia tardia, inflação elevada, dificuldade de acesso ao crédito e aumento da carga tributária pressionou sobretudo micro e pequenas empresas. A continuidade de crises em empresas como Oi evidencia fragilidades em setores estratégicos. Tributos mais altos internamente Medidas do governo visam aumentar a receita, incentivar a indústria nacional e financiar transição energética mas elevam o custo de crédito e de importações, o que pode frear o consumo e investimento externo. Tarifa de Trump de 50% Impacto direto sobre exportadores brasileiros, que deverão licitar no mercado dos EUA com custo extra substancial. Linguagem política no anúncio provoca tensão diplomática e pode acelerar respostas por parte do Brasil, como tarifação recíproca ou ações na OMC. Além disso, pressiona o real. Desde 2023, a economia brasileira enfrenta desafios expressivos: fechamento recorde de empresas, aumento de impostos internos e agora uma tarifa unilateral de 50% dos Estados Unidos sobre nossos produtos, o que pode prejudicar exportações e pressionar ainda mais a inflação e o câmbio. O governo Lula terá que equilibrar a necessidade de arrecadação e estímulo à produção interna com a dificuldade crescente para empresas exportadoras enfrentarem barreiras externas. Texto: mostb.com Fontes: Reuters . Agência Brasil . Gov.br











