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VOCÊ USA MENOS, MAS PAGA MAIS! O ABSURDO DA CONTA DE LUZ NO BRASIL. SOMOS UM DOS PAÍSES QUE MAIS ARRECADA IMPOSTOS E QUE MENOS DEVOLVE BENEFÍCIOS SOCIAIS.

A cada mês que passa, o brasileiro se depara com uma realidade que desafia qualquer lógica: mesmo consumindo menos energia, a conta chega mais alta. Não é impressão, não é sensacionalismo os números comprovam.


O consumo cai, a conta sobe

Compare dois períodos do mesmo ano:

🔸 Janeiro/2025• Consumo: 60 kWh• Conta: R$ 67,12

🔸 Novembro/2025• Consumo: 46 kWh• Conta: R$ 71,41

Mesmo usando 23% MENOS energia, a conta ficou 6,4% MAIS cara.

E esse é exatamente o retrato do que o brasileiro sente no dia a dia: as tarifas, bandeiras e encargos sobem continuamente, independentemente do consumo real.


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Por que isso acontece?

A resposta está na estrutura do sistema elétrico brasileiro especialmente nas bandeiras tarifárias, criadas para repassar custos extras ao consumidor.

Segundo a ANEEL, as bandeiras servem para “indicar se as condições de geração de energia estão favoráveis ou desfavoráveis” e aplicar cobranças extras quando o custo aumenta .

Quando a bandeira é vermelha (patamar 1 ou 2), significa que:

  • As condições de geração estão ruins

  • As hidrelétricas estão produzindo menos

  • O país precisa acionar usinas térmicas, que são muito mais caras

  • O custo adicional é repassado direto ao consumidor hoje cerca de R$ 4,46 a cada 100 kWh no patamar 1 .

Por isso, mesmo que você desligue aparelhos, troque lâmpadas e reduza seu uso ao mínimo, a conta continua aumentando.

E por que as bandeiras estão vermelhas?

Porque os reservatórios das hidrelétricas — que abastecem grande parte do país estão baixos.

Dados recentes do ONS mostram que, no Sudeste/Centro-Oeste (região mais importante do sistema):

  • O nível dos reservatórios está em torno de 43,8%

  • Com previsão de subir levemente para 44,2% até o fim de novembro .


  • O volume projetado até o fim de 2025 deve ficar entre 40% e 55%, abaixo do ideal .

Esses níveis são considerados preocupantes e não dão segurança para operar as hidrelétricas com plena capacidade, o que obriga o acionamento de termoelétricas mais caras e mantém as bandeiras vermelhas.


O consumidor paga por um sistema caro, instável e injusto.

Mesmo quando faz a sua parte economiza, reduz consumo, diminui o uso de eletrodomésticos continua sendo punido com contas mais altas.

E isso vem se somando ao impacto nos demais serviços essenciais:

  • Energia elétrica mais cara

  • Água mais cara

  • Combustível mais caro

  • Alimentação mais cara

O trabalhador precisa fazer milagre para fechar o mês… e ainda vê a conta aumentar mesmo quando “faz tudo certo”.


As tarifas, bandeiras e encargos sobem continuamente. Os reservatórios continuam baixos. E o consumidor é quem paga o preço.

O sistema fica mais pesado, mais caro, mais injusto. E quem está na ponta nós seguimos arcando com a conta.


“carga tributária” Somos um dos países que mais cobram impostos de seus cidadãoes e o que menos devolve em benefícios sociais.

Considera impostos federais, estaduais e municipais, quando informação disponível.

País

Carga Tributária (≈ % do PIB)¹

Indicador de Retorno / Bem-Estar (ranking IRBES / posicionamento)

Irlanda

1º lugar no ranking de retorno — melhor aproveitamento da arrecadação. IBPT Instituto+1

Suíça

2º no ranking de retorno — elevada qualidade de vida. IBPT Instituto+1

Estados Unidos

(carga menor que países europeus ricos — geralmente sub-30% do PIB) cebrasse.org.br+1

3º no ranking IRBES entre países com alta carga tributária. IBPT Instituto+1

Austrália

~ em torno de 30-35% (considerada carga inter-média-alta) IBPT Instituto+1

4º no ranking de retorno. IBPT Instituto+1

Canadá

~ 33% do PIB (carga tributária total aproximada) cebrasse.org.br+1

7º no ranking IRBES — bom retorno relativo à carga. IBPT Instituto+1

Brasil

~ 33% do PIB (arrecadação total) Plox+2Serviços e Informações do Brasil+2

30º e última posição no ranking de retorno — entre os países que mais cobram, é o que menos devolve em bem-estar à população. IBPT Instituto+2Diário do Comércio+2

Interpretações importantes dessa comparação

  • Há países com carga tributária menor ou moderada (como Irlanda e Suíça) que conseguem alto retorno social  ou seja: cobram menos proporcionalmente, mas entregam boa qualidade de vida (serviços públicos, infraestrutura, saúde, educação).

  • Alguns países (Austrália, Canadá, Estados Unidos) têm carga tributária próxima da do Brasil mas, em geral, devolvem mais à população, com melhores resultados sociais.

  • O Brasil, mesmo estando entre os países com carga tributária mais elevada da América Latina e próximo de médias de economias desenvolvidas (~ 33% PIB), aparece no fim da fila quando o critério é “retorno para a sociedade” (serviços, bem-estar, qualidade de vida).

  • Isso evidencia um problema estrutural: não basta arrecadar é preciso gerir bem os recursos, garantir transparência, eficiência e priorizar investimento público de qualidade. Onde isso falha, a carga tributária alta pesa no bolso da população sem trazer melhorias necessárias.


  • Existem modelos bem-sucedidos no mundo: países que equilibram tributação e bem-estar, cobrando de forma justa e oferecendo serviços públicos de qualidade.

  • No Brasil, a carga tributária elevada não se traduz em retorno equivalente o cidadão paga muito e recebe pouco.

  • Isso reforça a percepção de injustiça fiscal e evidencia a urgência de reformas estruturais: foco na eficiência, combate à corrupção, melhor gestão dos impostos e priorização de serviços que realmente importam (saúde, educação, segurança, infraestrutura).


isso precisa mudar.


Texto: mostb.com



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