Atualizar e reciclar conhecimentos: a competência que acompanha as transformações do trabalho
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Atualizar e reciclar conhecimentos, é obrigação, de todo indivíduo que queira sobressair-se profissionalmente. Mas, de que adianta um indivíduo possuir um conhecimento intelectual invejável, dominar outros idiomas, se esse, não souber comportar-se socialmente de forma correta?
O que faz toda a diferença, Savoir-faire: Comportar-se adequadamente; conhecer seus limites; possuir inteligência emocional; ter uma postura elegante e, porque não... saber se vestir corretamente?
Isso mesmo! Cada vez mais o seu visual diz quem você é. As grandes empresas dão preferência para colaboradores bem preparados, não apenas na sua área de competência, mas que também sejam educados socialmente, que conheçam regras e limites sociais.

É correto afirmar que, “Muitos conflitos, poderiam ser evitados, se as pessoas conhecessem melhor as regras que norteiam a boa educação”. A competência é continuamente melhorada, aperfeiçoada e superada mediante a exploração do processo de aprendizagem. Uma organização necessita de colaboradores preparados para realizar corretamente suas tarefas, só assim conseguir alcançar suas metas e objetivos.
O treinamento técnico Operacional, tem sua formação garantida e expressa na política da Qualidade Mangels e inserida na Política de Recursos Humanos. Normas Técnicas Mangels. Procedimento e Treinamento Operacional, 1993. Ref. NTM047/00. Essa metodologia foi incorporada ao Sistema da Qualidade da Mangels, estabelecendo a garantia de sua aplicação e continuidade no enfoque definido pela ISSO 9002, tendo sido certificada em outubro de 1993 pela ABS Quality Evaluations.(ABNT, Ref. NTM047/00, 1990).
TREINAMENTOS IN COMPANY – INDIVIDUALIZADO OU EM GRUPO
Comportamento Social para executivos: regras sociais e protocolo lares.
Etiqueta Social e Profissional para: Secretárias e Assistentes; Atendentes e Recepcionistas; Hostess e Garçons.
Atendimento personalizado. Entrevista para levantamento das necessidades a serem corrigidas ou implantadas. Após a entrevista, será determinada a carga horária do treinamento.
Os cursos apresentados podem ser ministrados de forma individualizada ou em grupo ou ainda em forma de workshop.
Aulas exclusivas para profissionais que necessitam saber sobre regras sociais, inclusive de outras culturas.
O que mudou desde então?
O mundo do trabalho mudou profundamente desde que esse texto foi escrito. A ideia de treinamento corporativo deixou de estar limitada à transmissão de procedimentos e conhecimentos técnicos e passou a incorporar competências comportamentais, digitais, relacionais e estratégicas.
A atualização profissional hoje não significa apenas aprender uma nova técnica. Significa desenvolver a capacidade de aprender continuamente, desaprender práticas que deixaram de funcionar e adaptar-se a novas formas de trabalho.
A própria gestão da qualidade passou por essa transformação. A referência à ISO 9002 presente no texto original deve ser compreendida como um registro histórico: a ISO 9002:1994 foi substituída pela ISO 9001:2000, e atualmente a referência vigente é a ISO 9001:2015, que permanece em vigor em 2026 e está em processo de revisão. A norma atual trata, entre outros aspectos, de competência, conscientização, comunicação, avaliação de desempenho e melhoria contínua. Isso reforça uma ideia que já estava presente no texto original: não existe competência profissional definitiva.
O profissional pode dominar determinada função hoje e precisar reaprender amanhã. A tecnologia modifica processos, a inteligência artificial altera atividades, novas regulamentações criam responsabilidades e as próprias relações humanas dentro das organizações exigem novas competências. A gestão de pessoas, portanto, não pode mais trabalhar apenas com treinamentos pontuais realizados quando surge um problema. O desenvolvimento precisa fazer parte de uma estratégia permanente. A própria NR-1 avançou nessa direção. A norma estabelece diretrizes para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e contempla requisitos relacionados à capacitação dos trabalhadores. Em sua atualização vigente desde 26 de maio de 2026, a NR-1 também passou a incorporar expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho ao gerenciamento dos riscos ocupacionais.
Isso significa que treinamento, atualmente, também precisa ser pensado sob a perspectiva da prevenção. Preparar uma equipe não é apenas ensiná-la a executar determinada tarefa. É capacitá-la para reconhecer riscos, compreender responsabilidades, comunicar problemas, trabalhar em equipe, lidar com mudanças e contribuir para um ambiente profissional seguro e saudável. Nesse novo cenário, até mesmo o conceito de competência profissional tornou-se mais amplo. O conhecimento técnico continua indispensável, mas precisa caminhar ao lado da capacidade de comunicação, inteligência emocional, pensamento crítico, colaboração, adaptabilidade, liderança e aprendizagem contínua.
O modelo contemporâneo de desenvolvimento profissional também passou a reconhecer que diferentes pessoas aprendem de maneiras diferentes. Por isso, treinamentos presenciais, workshops, mentorias, plataformas digitais, aprendizagem prática, simulações e programas personalizados podem fazer parte de uma mesma estratégia de desenvolvimento. A SHRM, uma das principais referências internacionais em gestão de pessoas, atualizou em 2025 seu modelo de competências para profissionais de RH, ampliando e reorganizando competências comportamentais e técnicas para responder às necessidades atuais e futuras das organizações.
A mudança é significativa: a competência deixou de ser apenas aquilo que o profissional sabe fazer e passou a envolver também sua capacidade de continuar aprendendo e aplicar esse conhecimento diante de situações novas.
E aqui voltamos ao conceito de savoir-faire utilizado no texto original. Saber fazer continua sendo importante. Mas, no ambiente profissional contemporâneo, é preciso acrescentar algo: saber conviver, saber comunicar, saber decidir, saber adaptar-se e saber aprender. A etiqueta profissional também não desapareceu. Ela apenas mudou de forma.
Hoje, comportamento profissional inclui a maneira como alguém conduz uma reunião presencial ou virtual, responde a uma mensagem, utiliza as redes sociais, preserva informações confidenciais, respeita diferenças culturais, participa de uma equipe, oferece feedback ou reage diante de um conflito. A roupa pode continuar comunicando uma mensagem, mas já não é o único elemento da imagem profissional. A presença digital, a linguagem, a postura, a capacidade de escuta, a pontualidade, o respeito e a coerência entre discurso e comportamento também fazem parte da reputação profissional.
Por isso, a antiga ideia de “educação social” pode ser ampliada para aquilo que hoje entendemos como competência socioemocional e comportamento profissional. E talvez esta seja a principal atualização necessária ao texto escrito anos atrás: o conhecimento envelhece, as ferramentas mudam, as profissões se transformam, mas a disposição para aprender continua sendo uma das competências mais importantes de qualquer profissional. Uma organização que investe em treinamento não está simplesmente ensinando seus funcionários a executar melhor uma tarefa. Está construindo capacidade organizacional. E uma em presa que deixa de atualizar suas pessoas corre o risco de manter processos, comportamentos e modelos de gestão que já não correspondem ao mundo em que atua. Por isso, atualizar e reciclar conhecimentos não deve ser visto como uma obrigação burocrática. É uma estratégia de sobrevivência profissional e organizacional.
Afinal, como já dizia o texto original, “a competência é continuamente melhorada, aperfeiçoada e superada mediante a exploração do processo de aprendizagem.”
Hoje, talvez possamos acrescentar apenas uma frase:
Quem deixa de aprender não permanece no mesmo lugar. Em um mundo que muda continuamente, começa a ficar para trás.
Texto: mostb.com



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