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Ministério da Saúde inicia coleta de dados para o Vigitel 2021

Até o final do ano, 27 mil brasileiros adultos serão entrevistados.


O Governo Federal está fazendo a sua parte, cabe agora os brasileiros que desejam mudanças para uma Brasil melhor, com mais dignidade aos seus cidadãos, se conscientizem de suas obrigações.


Fique atento, você poderá receber um telefonema do governo.

Leia o comunicado que foi publicado pelo Ministério da Saúde, pedindo que os brasileiros participem.



Se você tem 18 anos ou mais poderá receber uma ligação do Ministério da Saúde e participar da principal pesquisa no país que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração. A coleta de dados, iniciada na última sexta-feira, é para o Vigitel 2021, Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.

Nesta edição, o Vigitel está sendo realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde (OPAS). Até o final do ano, 27 mil brasileiros adultos (com 18 anos ou mais de idade) que possuem telefone fixo, residentes nas 26 capitais e no Distrito Federal, serão entrevistados, a fim de se conhecer a frequência de comportamentos de risco e para as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil.

Considerando a necessidade de se obter informação no período da pandemia, o Vigitel 2021 também investigará questões sobre morbidade, internação e vacinação para a Covid-19, além de perguntas sobre as doenças crônicas que são monitoradas desde sua primeira edição (2006), como diabetes, câncer, doenças cardiovasculares, além do tabagismo, alimentação não saudável, inatividade física e consumo de bebidas alcóolicas. A duração média da entrevista é de 12 minutos.

Os dados cadastrais dos usuários de serviços de telefonia foram compartilhados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com o Ministério da Saúde, sob um processo rigoroso para atendimento às condições exigidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante o sigilo e protege a privacidade de dados da população. Em caso de dúvida, basta ligar para o Disque Saúde 136, para ter acesso a mais informações sobre o estudo.

Pesquisa e resultados Desde sua primeira edição, o Vigitel entrevistou 757.386 brasileiros, sendo 288.279 homens e 469.107 mulheres a fim de monitorar a frequência e a distribuição dos principais determinantes das DCNT. O questionário compõe o sistema de Vigilância de Fatores de Risco de DCNT do Ministério da Saúde e vem ampliando o conhecimento sobre as DCNT no País e apoiando a formulação de políticas públicas que promovam a melhoria da qualidade de vida da população brasileira.

Os resultados do Vigitel também subsidiam o monitoramento das metas propostas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil, como o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011–2022, alinhado ao Plano de Ação Global para a Prevenção e Controle das DCNT, da Organização Mundial da Saúde, bem como das metas de DCNT referentes à agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, além daquelas contidas no novo Plano de Ações para Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil 2021-2030.

Fonte: Com informações do Ministério da Saúde

Categoria Saúde e Vigilância Sanitária



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