• MOSTB Editora

Crise de Pânico.

Nosso portal está ligado ao desenvolvimento de empresas e pessoas, e portanto nos sentimos na biodisponibilidade de informar quanto as questões sobre saúde e comportamento.


Nesse post alertamos sobre a crise de pânico, que muito desconhecem e outros tratam como se fosse algo pontual devido ocasionado por algum momento de ‘stress’. Na realidade o pânico pode ser desencadeado por série de fatores e pode virar uma doença.


Leia matéria abaixo publicada pelo hospital Albert Einstein.

O conhecimento e a prevenção é essencial para quem busca qualidade de vida.




A síndrome do pânico já atinge cerca de seis milhões de pessoas só no Brasil. Ela é caracterizada por sentimentos de medo e a ansiedade extremos, acompanhados de taquicardia, mal-estar e outros problemas físicos, que aparecem sem um motivo aparente. Por ter sinais e sintomas parecidos com outras doenças, muitas vezes o transtorno do pânico só é diagnosticado após o paciente passar por consultas com diferentes especialistas e realizar vários exames. Saiba como a síndrome do pânico é diagnosticada e qual deve ser seu tratamento.


SINAIS E SINTOMAS DA SÍNDROME DO PÂNICO

Quem sofre da síndrome do pânico tem surtos repentinos, conhecidos também como crises de pânico, em qualquer hora e lugar. A pessoa pode sofrer vários ataques durante o dia ou alguns ao longo do ano, e apresenta, ao mesmo tempo, pelo menos quatro dos sintomas abaixo: 

Medo extremo de morrer ou enlouquecer; Ondas de calor ou frio; Formigamento ou dormência nos membros; Dor ou desconforto no peito; Náusea ou distúrbio gastrointestinal; Falta de ar; Vertigem; Sudoreses; Transtorno de personalidade; Taquicardia; Insônia ou sono excessivo. 

QUEM PODE DESENVOLVER A SÍNDROME DO PÂNICO?

O transtorno do pânico tem como causa o desequilíbrio químico dos neurotransmissores serotonina e noradrenalina, respectivamente, substâncias do cérebro que influenciam no humor e excitação física. O distúrbio pode ser desencadeado por situações estressantes, traumas psicológicos, entre outros fatores, e também está relacionado às características da personalidade.  

Não há uma causa específica para a síndrome do pânico, mas há indícios que fatores genéticos têm influência. Cerca de 35% das pessoas que têm parentes de primeiro grau com síndrome do pânico desenvolvem a doença também. 70% dos casos começam a se manifestar entre 20 e 35 anos e 71% dos pacientes são mulheres.


COMO TRATAR A SÍNDROME DO PÂNICO

O tratamento da síndrome do pânico deve combinar sessões de psicoterapia e acompanhamento médico. O psiquiatra irá receitar medicamentos para equilibrar os neurotransmissores e a psicoterapia permite que a pessoa enfrente as dificuldades que limitam as atividades normais, causadas pelo transtorno. 


Texto: referências guia de doenças e sintomas Albert Eistein

Imagem: banco de imagem internet

ANUNCIE


FORMAS DE PAGAMENTOS

SAC - PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

 

REPRESENTANTES

​© Copyright 2010/2019 - Todos os direitos reservados www.mostb.com